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Saúde
Noticia de: 13 de Setembro de 2019 - 08:05
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Indisponível no mundo, vacina pentavalente tem estoque baixo em MS

Em Campo Grande, segundo a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), os estoques estão baixos e pode ocorrer a falta pontual, mas a reposição depende do Ministério da Saúde que já informou que a situação deve ser normalizada até novembro de 2019.

Os estoques das doses de pentavalente estão baixos em Mato Grosso do Sul. O problema é nacional e se deu porque a vacina adquirida através da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde) foi reprovada no teste de qualidade. De acordo com o Ministério da Saúde, a reposição do fornecimento já foi solicitada, mas não há disponibilidade imediata da vacina no mundo.

Ainda conforme o Ministério da Saúde, as compras com o antigo fornecedor, a empresa indiana Biologicals E. Limited, foram interrompidas. A SES-MS (Secretaria de Estado de Saúde do Mato Grosso do Sul), confirmou a informação da pasta de que não há doses para reposição, mas que até o momento o Estado não registrou falta.

Em Campo Grande, segundo a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), os estoques estão baixos e pode ocorrer a falta pontual, mas a reposição depende do Ministério da Saúde que já informou que a situação deve ser normalizada até novembro de 2019.

As 6,6 milhões de doses adquiridas começaram a chegar de forma escalonada em agosto no país, e o abastecimento aos Estados deve voltar à normalidade a partir de novembro. O SUS (Sistema Único de Saúde) fará uma busca ativa pelas crianças que completaram dois, quatro ou seis meses de idade entre os meses de agosto e novembro para vaciná-las, assim que a situação estiver normalizada.

O Ministério da Saúde destaca que o país demanda normalmente 800 mil doses mensais dessa vacina. O abastecimento está parcialmente interrompido desde julho, situação comunicada aos Estados e municípios. Por se tratar de um imonubiológico, diferentemente dos medicamentos sintéticos, a vacina não tem disponibilidade imediata. Portanto, embora haja recursos para aquisição, o recebimento efetivo pelo Brasil depende do processo de fabricação e testagem.

O Ministério da Saúde reitera que não é um caso de emergência epidemiológica no Brasil.  E, neste momento, os estoques nacionais são suficientes para realização de bloqueios vacinais, caso surtos inesperados apareçam. O sistema de vigilância à saúde monitora continuamente o tema a emitirá os alertas se estes forem necessários.

Midiamax

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