16 de Fevereiro de 2019 | 14:32
redacao@diariodoms.com
-->

Warning: getimagesize(/home/diaridoms/public_html/fotos/noticias/8551_0.jpg) [function.getimagesize]: failed to open stream: No such file or directory in /home/diariodoms/public_html/inc.exibe.php on line 49
Policial
Noticia de: 14 de Janeiro de 2019 - 07:19
Fonte A - A+

Em 2018, 1.156 foram flagrados após beber e dirigir; neste ano já são 25

Número do ano passado representa 151% a mais que 2017 e se deve ao aumento de blitz da Lei Seca

Nos 12 meses de 2018, 1.156 motoristas foram flagrados no volante após ingestão de álcool, segundo dados do Batalhão de Trânsito de Campo Grande. O número representa 151% a mais, se comparado com os dados de 2017, quando foram 461 embriagados. Em 2019, já são 25 pessoas enquadradas nesta situação.

Para o comandante do Batalhão de Trânsito, tenente-coronel Franco Allan, o aumento acentuado do ano passado ocorreu justamente porque foi instituída uma equipe específica para atuar na Lei Seca.

“As equipes são equipadas com etilômetros exclusivos e com policiais militares que atuam somente nesta atividade de fiscalização”, esclareceu.

Ainda sobre os dados de 2018, os maiores índices de flagrantes foram nos meses de março, setembro e novembro - períodos, segundo o comandante, que ocorrem muitas formaturas, além de outras festas, especialmente no fim do ano.

Em março passado, foram 126, em setembro, 132 e novembro, 168. O número cai para 130 em dezembro. Nem todos os casos resultam em prisão, já que a Lei de Trânsito estabelece espécie de “divisão”, mas em qualquer caso que se configure a soma de direção e álcool, há pena.

Se o motorista apresentar índice de até 0,34 mg/l de álcool por litro de sangue, ele responde administrativamente, perde CNH (Carteira Nacional de Habilitação), leva multa de R$ 2.934,70 e perde sete pontos na carteira. Agora, se o índice for maior ao estabelecido, além destas medidas, o condutor é preso em flagrante.

O comandante também alerta para os riscos à vida, além do fato de ser crime. “Devemos, enquanto sociedade, respeitar as regras de trânsito, pois neste ambiente somos vítimas de nós mesmos. O custo de uma passagem de táxi ou do transporte alternativo é insignificante perto das sanções impostas pela lei ao condutor surpreendido dirigindo embriagado ou que se envolveu em um acidente nestas condições”.

Somando 2017 e 2018, foram 1.642 casos notificados, dos quais, 709 se recusaram a fazer o teste do bafômetro. Além da intensificação das blitze, a intenção do Batalhão de Trânsito, em 2019, é procurar as universidades, assim que as aulas forem retomadas, para realização de palestras sobre a Lei Seca, justamente por ser acadêmicos boa parte dos flagrados dirigindo após ingestão de bebidas com álcool.


Fonte: Campograndenews 

social aqui