22 de Janeiro de 2019 | 04:02
redacao@diariodoms.com
-->

Warning: getimagesize(/home/diaridoms/public_html/fotos/noticias/8514_0.jpg) [function.getimagesize]: failed to open stream: No such file or directory in /home/diariodoms/public_html/inc.exibe.php on line 49
Policial
Noticia de: 04 de Janeiro de 2019 - 07:53
Fonte A - A+

Em 2019, MS já registrou 120 casos de violência doméstica

Em apenas 3 dias, foram 50 denúncias a mais do que no mesmo período do ano passado.

Nos primeiros 3 dias de 2019, Mato Grosso do Sul registrou 120 casos de violência doméstica, segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). São 50 casos a mais do que no mesmo período de 2018. 

Os relatórios apontam que na capital foram 46 denúncias contra 18 no ano passado. Para a delegada adjunta da mulher em Campo Grande, as agressões durante as festas de fim de ano contribuíram para os registros. Outro motivo, é a mudança de comportamento da vítima:

“Nós constatamos que tem aumentado muito o número de registros de ameaças, injúria, difamação e são menos registros de lesão corporal, então a gente conclui que as mulheres não deixam chegar na agressão física, elas estão procurando ajuda antes”, afirma a delegada.

Uma mulher, que prefere não se identificar, conta que foi vítima de violência doméstica por 2 vezes. Primeiro, pelo ex-companheiro, por 8 anos, até conseguir se separar. Recentemente, quando tentou socorrer uma outra mulher, apanhou de novo.

“Eu fui ajudar uma pessoa que me pediu socorro porque estava desesperada, e no que eu fui ajudar, o agressor passou a me agredir também. O agressor dela”, relata.

A mulher conta que o homem está usando tornozeleira eletrônica e não pode mais se aproximar dela e da ex dele. Apesar de ter se arriscado, a mulher diz não estar arrependida de ter ajudado outra vítima de violência.

“Aquela história de que em briga de marido e mulher ninguém mete a colher, é errada! Em briga de marido e mulher ninguém pode ser negligente. Se viu uma mulher sofrendo uma violência doméstica, se não quiser socorrer, pelo menos, ligue para a polícia".


g1ms

social aqui