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Policial
Noticia de: 28 de Dezembro de 2017 - 07:37
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Extraditado, traficante Pavão será levado por avião da PF para SC

Mesmo preso no Paraguai, Pavão continuava sendo um dos principais fornecedores de maconha e cocaína

Pavão (de colete) chegou às 6h em aeroporto paraguaio para extradição. (Foto: Senad Press)


O narcotraficante sul-mato-grossense Jarvis Gimenes Pavão, 49 anos, chegou às 6h da manhã ao aeroporto de Luque, próximo a Assunção, capital do Paraguai, para ser extraditado ao Brasil, onde vai cumprir 17 anos de prisão. Após uma série de decisões judiciais, que vetavam e liberavam a extradição, ele deve embarcar nesta quinta-feira (dia 28) em um avião da PF (Polícia Federal).
28/12/2017 07:10

Extraditado, traficante Pavão será levado por avião da PF para SC

Mesmo preso no Paraguai, Pavão continuava sendo um dos principais fornecedores de maconha e cocaína

Aline dos Santos
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Pavão (de colete) chegou às 6h em aeroporto paraguaio para extradição. (Foto: Senad Press)Pavão (de colete) chegou às 6h em aeroporto paraguaio para extradição. (Foto: Senad Press)

O narcotraficante sul-mato-grossense Jarvis Gimenes Pavão, 49 anos, chegou às 6h da manhã ao aeroporto de Luque, próximo a Assunção, capital do Paraguai, para ser extraditado ao Brasil, onde vai cumprir 17 anos de prisão. Após uma série de decisões judiciais, que vetavam e liberavam a extradição, ele deve embarcar nesta quinta-feira (dia 28) em um avião da PF (Polícia Federal).

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Conforme o jornal ABC Color, ele deve ser levado para Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Mesmo preso no Paraguai, Pavão continuava sendo um dos principais fornecedores de maconha e cocaína para o Brasil, segundo a denúncia feita em um documento encaminhado pela Justiça do Rio Grande do Sul para a Justiça paraguaia.

De acordo com o relatório, 850 quilos de cocaína e 420 quilos de maconha retidos em 12 apreensões feitas nos últimos meses tiveram Jarvis Pavão como responsável pelo envio ao território brasileiro.

Ainda segundo o documento, Pavão comandava o narcotráfico da cela luxuosa que tinha construído no presídio de Tacumbu e continuava fazendo o mesmo do quartel de um grupo de elite da Polícia Nacional, para onde foi levado em julho do ano passado.

 


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