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Policial
Noticia de: 09 de Agosto de 2022 - 13:07
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Polícia cumpre mandatos no gabinete da prefeitura de Campo Grande em investigação de assédio sexual contra ex-prefeito

A ação policial acontece menos de um mês após denúncia de assédio sexual envolvendo o ex-prefeito. A DEAM em Campo Grande aponta que 16 mulheres já denunciaram Trad no inquérito por suspeita de crimes como assédio sexual, importunação sexual, favorecimento a prostituição, estupro e tentativa de estupro.

Policiais da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) cumpriram na manhã desta terça-feira (9) mandados de busca e apreensão no gabinete da prefeitura de Campo Grande, na investigação por assédio sexual contra o ex-prefeito e candidato ao governo do estado, Marquinhos Trad (PSD).

Equipes da polícia e da perícia da Polícia Civil ficaram por pelo menos três horas no Paço Municipal de Campo Grande. Computadores foram apreendidos no gabinete do ex-prefeito.

A ação foi acompanhada pela defesa de Marquinhos, feita pela advogada Andrea Flores. Para ela, as buscas vão comprovar que o ex-prefeito "nunca cometeu qualquer irregularidade".
Denúncias de assédio sexual
A ação policial acontece menos de um mês após denúncia de assédio sexual envolvendo o ex-prefeito. A DEAM, em Campo Grande, aponta que 16 mulheres já denunciaram Trad no inquérito por suspeita de crimes como assédio sexual, importunação sexual, favorecimento a prostituição, estupro e tentativa de estupro.

O inquérito foi aberto a partir dos depoimentos de quatro mulheres feitos entre os dias 4 e 5 de julho, na Corregedoria da Polícia Civil.

As mulheres disseram nos depoimentos que teriam mantido relações sexuais com o prefeito, inclusive no banheiro do gabinete dele, na prefeitura, com a promessa de vantagens, como um emprego público.

Uma delas chegou a ser encaminhada para o Programa de Inclusão Social (Proinc), que é gerido por uma entidade da administração indireta do município, a Fundação Social do Trabalho (Funsat).

As mulheres que fizeram a denúncia têm entre 21 e 30 anos. O caso está sob sigilo de Justiça. O prazo para a conclusão das investigações é de 30 dias, mas pode ser prorrogado. Em contrapartida, as advogadas de Trad, negam as acusações e dizem que se trata de armação política.
G1MS

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