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Policial
Noticia de: 25 de Maio de 2022 - 18:32
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Homem acusado engravidar cunhada que morreu após aborto e enfermeiro vão a julgamento 11 anos após o crime

Julgamento de Hugleice da Silva, cunhado da vítima, a estudante Marielly Barbosa Rodrigues de 19 anos, e Jodimar Ximenes Gomes, o enfermeiro, deve ocorrer em 15 de setembro, em Sidrolândia. Eles vão responder por aborto, agravado pelo fato do procedimento ter provocado a morte dela, e ainda ocultação de cadáver.

A Justiça marcou para 15 de setembro, em Sidrolândia, a 65 quilômetros de Campo Grande, o julgamento do homem acusado de engravidar a cunhada que morreu após um aborto malsucedido e do enfermeiro que fez o procedimento ilegal.

O julgamento vai ocorrer 11 anos após o crime. Hugleice da Silva, cunhado da vítima, a estudante Marielly Barbosa Rodrigues de 19 anos, e Jodimar Ximenes Gomes, o enfermeiro, vão responder por aborto, agravado pelo fato do procedimento ter provocado a morte dela, e ainda ocultação de cadáver.

O g1 tentou o contato com a defesa dos suspeitos, mas até a mais recente atualização da matéria ainda não havia conseguido.


A Justiça já havia determinado que eles seriam submetidos ao Tribunal do Júri em julho de 2020, mas a data para o julgamento somente foi designada recentemente pela juíza Silvia Eliane Tedardi da Silva.

“Não há processos conclusos de acusados presos aguardando julgamento, de modo que, em tais casos, a lei determina que seja observada a ordem de processos pronunciados há mais tempo”, declarou a magistrada em seu despacho.

Caso Marielly
O desaparecimento e a morte de Marielly provocaram muita comoção na época dos fatos. Ela desapareceu em Campo Grande em 21 de maio de 2011. O corpo foi encontrado em um canavial na cidade de Sidrolândia, no dia 11 de junho de 2011.

O cunhado de Marielly e o enfermeiro foram presos, suspeitos de envolvimento na morte da jovem. Inicialmente, Silva negou que tivesse qualquer relação com o caso, mas confessou que teve um relacionamento com a garota.

Na denúncia, o Ministério Público aponta que a vítima engravidou do cunhado e que os dois decidiram pelo aborto. Aponta ainda que ele a levou para abortar em Sidrolândia.

Hugleice disse que pegou o telefone do enfermeiro com um caminhoneiro e marcou encontro na casa dele, em Sidrolândia. O cunhado de Marielly disse à polícia que o enfermeiro contou que o procedimento deu errado e a jovem morreu.


Os dois então colocaram o corpo da jovem em uma caminhonete e abandonaram em um canavial localizado em estrada vicinal próximo a MS-162, em Sidrolândia.
G1MS

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