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Economia
Noticia de: 26 de Fevereiro de 2021 - 09:16
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Preço da gasolina deve deixar de subir R$ 0,15 em MS após governo congelar pauta dos combustíveis

As idas aos postos de combustíveis têm sido mais caras ultimamente. A fim de ajudar os consumidores, a pauta fiscal da gasolina ficará congelada durante 15 dias, diz secretário.

Com os altos preços dos combustíveis sendo praticados nas bombas, o governo de Mato Grosso do Sul, juntamente com o sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniências (Simpetro), garantiram o congelamento da pauta fiscal da gasolina, o que pode trazer um pequeno alívio aos consumidores, medida que deve fazer com que o preço da gasolina deixe de subir R$ 0,15.

A pauta fiscal da gasolina é o preço médio ponderado que serve de referência para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). De acordo com o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Sérgio Murilo, a medida, a princípio pode durar pelos próximos 15 dias.

 

“O que o Estado pode fazer para contribuir para ajudar o consumidor é congelar a pauta fiscal da gasolina, num primeiro momento durante 15 dias, e depois vamos avaliar os reflexos disso para o consumidor”, afirmou Sérgio Murilo.


O gerente executivo do Simpetro, Edson Lazaroto, disse que a tomada de decisão é importante para que mais um aumento na gasolina fosse repassado aos consumidores.

“Com certeza, se fossemos equiparar o preço de pauta o preço do combustível iria para R$ 5,50 e isso acarretaria num aumento de R$ 0,15 no imposto e isso não será repassado. nesse sentido e isso reverterá, com certeza, no bolso do consumidor”, explicou Lazaroto.

Ainda de acordo com o secretário Sérgio Murilo, caso venha existir novos aumentos, a negociação deverá ser feita diretamente com a Petrobras. O secretário disse que, como o reajuste de preços dos combustíveis é definido diretamente com a Petrobras, os possíveis novos aumentos, o governo do estado não terá margem de manobra para adotar medidas que amenizem o impacto ao consumidor.


Com informações G1MS

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