28 de Março de 2020 | 15:31
noticiasdiariodoms@gmail.com
-->

Warning: getimagesize(/home/diaridoms/public_html/fotos/noticias/10175_0.jpg) [function.getimagesize]: failed to open stream: No such file or directory in /home/diariodoms/public_html/inc.exibe.php on line 49
Política
Noticia de: 30 de Outubro de 2019 - 08:15
Fonte A - A+

Nelsinho afirma que taxação solar traz prejuízos à MS

Parlamentar alerta que o Mato Grosso do Sul poderá perder 450 milhões até 2029

O senador Nelsinho Trad (PSD) afirmou na tarde desta terça-feira (29) no Plenário do Senado que a intenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em taxar a energia solar trará prejuízos à Mato Grosso do Sul.  

 “Estudos da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul mostram que a taxação vai retirar de Mato Grosso do Sul R$ 450 milhões novos investimentos até 2029”, discursou.

Segundo Nelsinho, a projeção da própria Aneel é de que o estado passaria a contar com 22.803 unidades até 2029. “Com a taxação, os estudos da Fiems mostram que esse número cairia para 12.986 unidades. Ou seja, 9.817 unidades a menos em 10 anos. O custo médio para a implantação de sistemas fotovoltaicos em uma unidade é de R$ 45,8 mil, totalizando, dessa forma, uma perda de R$ 450 milhões em uma década”, informou.

Para o senador Nelsinho Trad, a característica de grande gerador de energia solar apresentada pelo senador Eduardo Girão não é exclusiva do Ceará, mas sim de vários Estados do Brasil. “O nosso país é tropical e, portanto, o sol brilha o ano todo, diferentemente de outros países do mundo, principalmente, no hemisfério norte do planeta. Na Europa, na maior parte do ano, o céu está sempre cinza e, quando sai o sol, não tem a mesma intensidade que o registrado no Brasil”, comparou.

Mais uma vez, o senador Nelsinho Trad criticou as altas taxas da Aneel para Mato Grosso do Sul e se comprometeu em participar do debate que será promovido pelo senador Marcos Rogério (DEM/RO) para tratar da proposta de taxação da energia solar. “Ninguém aguenta mais, ano após ano, as taxações acima do nível inflacionário sobre o custo da energia", criticou.  

Com informações JD1 Notícias

social aqui